Fernando Peneiras - fotografia

28
Mar 08

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Vila de Paredes da Beira

S. João da Pesqueira

 

Paredes da Beira, que a expressão bairrista dos seus habitantes apelida de ’Cidade do Sol e dos Sete Castelos’, detém, ainda hoje, diversos vestígios arqueológicos e paleográficos que comprovam a sua antiguidade.
A actual freguesia foi conquistada aos mouros por D. Tedon e D. Rauzendo, descendentes do Rei de Leão e ascendentes dos Távoras. O topónimo foi-lhe atribuído pelo Rei de Leão, no ano de 1036, pelo facto de este nada mais ver a não ser paredes caídas em redor, fruto das variadas lutas entre mouros e cristão.  
A sua história está intimamente ligada à própria formação de Portugal, pois o mais antigo foral de que há memória no território lusíada é o "Foral do rei Leão Dom Fernando", da segunda metade do século XI, entre 1055 e 1065, que foi conhecido através das confirmações de D. Afonso Henriques, D. Sancho I, D. Afonso II, D. Afonso III e D. Manuel I, que na revisão dos municípios por ele operada, concedeu-lhe foral novo, a 10 de Fevereiro de 1514. Desta forma, teve paços de concelho, cadeia, pelourinho e forca.
 
 Nos tempos do rei de Leão, os mouros dominavam toda esta região e tinham construído em Paredes da Beira um poderoso e inexpugnável castelo. Nos arredores, entre esta povoação e as que lhe estão mais próximas, encontram-se numerosos vestígios de obras de defesa dos povos que aí habitavam, algumas muito simples, pequenos muros ou reforços nos maciços de granito que estavam em locais de boa situação para serem sentinelas que dessem o aviso do perigo que se aproximava, outras já representativas de pequenos fortins ou castros em situação de servirem de primeira defesa a
um ataque de gente inimiga; tudo em maior número nos pontos altos dos montes que estrategicamente dominassem o profundo vale sobre o rio Távora ou o mais extenso vale do rio Douro, facilitando assim uma observação longínqua.
 
Desta localização e sistema defensivo resulta muito provavelmente a lenda e expressão bairrista dos habitantes de Paredes da Beira que dizem ser esta a "Cidade do Sol e dos Sete Castelos", expressão consagrada agora na ordenação heráldica aprovada para a freguesia.
Hoje, ainda é possível ver os vestígios dos sete castelos até então construídos, sendo o de maior valor o Castelo de Paredes da Beira, situado no topo do vasto outeiro desta povoação e que hoje não é senão as ruínas do grande castelo medieval que em 1037 os cristãos conquistaram aos mouros.
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Palheiro
 
 
Palheiro – Construção de pedra bastante rústica de variada dimensão com tecto de colmo ou palha. Antigamente era é utilizada para guardar animais, produtos das culturas da terra como a batata e também os utensílios agrícolas. Em casos de maior pobreza chegou a ser utilizada como moradia em diferentes locais da Europa e nos Açores em particular. Nos Açores os tectos em colmo ou palha muitas vezes eram reforçados com cana. Quando o palheiro era de um agricultor mais abastado muitas vezes o técto de colmo ou palha era Substituído por telha.
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Biblioteca Municipal Aquilino Ribeiro
 

A Casa das Guedes é um edifício nobre, estilo rococó, da segunda metade do século XVIII, situado no Terreiro das Freiras, em Moimenta da Beira.
O Imóvel de interesse público (Decreto nº 28/82, D.R., Série I de 1982-02-26), fora mandado construir por Jerónimo de Gouveia de Sarmento Falcão e Josefa Benedicta Pereira de Vasconcelos (bisneta de Pedro Gomes Cortês). O solar viria, em 1874, a ser herdado por uma bisneta do casal fundador, D. Carolina Cândida Guedes Osório de Gouvea e Vasconcelos, que por sua vez, legara o edifico ao Município de Moimenta da Beira em 1923 (dois anos antes de morrer), afim de ali ser construída uma escola ou um hospital. Contudo, nenhum destes espaços fora construído e em 1962 o edifício é colocado à venda em hasta pública, pela Câmara Municipal de Moimenta da Beira. A partir deste momento passaram pela casa vários serviços, entre os quais se destaca o Grémio da Lavoura.
Por fim, em 1984, o edifício volta a ser pertença do Município e passados 19 anos, a 29 de Junho de 2003, é inaugurado na Vila de Moimenta da Beira um espaço de cultural por excelência, a Biblioteca Municipal Aquilino Ribeiro.
A BMAR vai no quarto ano de existência, e conta com um fundo documental com cerca de 20.000 documentos e tem 1358 utilizadores inscritos.
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