Fernando Peneiras - fotografia

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CASA DO CABO

Residência brasonada e apalaçada (pós - pombalina) é exemplo típico das mais ricas construções senhoriais do Douro, a partir do modelo nasoniano (nas volutas das janelas e sacada).
Pertenceu a uma das famílias mais ilustres da época Sande e Castro). As noites de gala da Casa do Cabo deram brado, normalmente quando a família real (pelas vindimas) se deslocava a São João da Pesqueira.
Do lado oposto, o edifício dos antigos Paços do Concelho e Cadeia, cuja frontaria é emoldurada com brasão das quintas e, por baixo, placa oval alusiva à construção da casa da Câmara, cárcere, torre do relógio e arcada, pela Rainha D. Maria I (1794). Futuro Museu Eduardo Tavares.
O edifício onde está instalado o tribunal da Comarca é um magnífico palacete brasonado de nobre fachada e harmoniosas linhas. É conhecido por Casa do Cabo (porque ficava no cabo da Vila), e pertenceu à família fidalga de Sande e Castro. A fachada é simplesmente teatral pelas esculturas e delicadeza dos volumes e proporções, cuja monumentalidade contrasta com a simplicidade da arquitectura doméstica. É nítida a influência Nasoni nas janelas de concheados (e volutas ). Entremos para admirar (no átrio) dois altos- relevos incrustados nas paredes, da autoria do escultor pesqueirense Eduardo Tavares (falecido em Setembro de 1991), diplomado pela Escola de Belas Artes do Porto.
fpeneiras a 3 de Janeiro de 2008 às 22:36

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